Direito na Tecnologia & Tecnologia no Direito.

Artigo Evelyn de Souza Mafioletti –

O padrão oferecido no mercado hoje, não está mais satisfazendo as necessidades daqueles consumidores exigentes que estão à procura de produtos e serviços acima do padrão oferecido no mercado. Se diferenciar é uma regra essencial que se aplica para todo e qualquer segmento.

Grande parcela da população não está adepta a mudanças, ainda são um pouco resistentes e encaram o avanço tecnológico como prejudicial ao convívio, se apegando a regras do passado e não encarando essa nova era de uma forma simples.

Estamos passando pela quarta revolução industrial, e consequentemente está tudo acontecendo ao mesmo tempo, portanto, o momento de repensar é agora, e o Direito precisa acompanhar essa revolução, pois o mercado está crescendo e nós temos que crescer junto com ele, visto que isso tudo está sendo criado para facilitar ainda mais as nossas vidas.

O medo de grande parte da sociedade é que as máquinas substituam os homens e seja extinta a mão de obra humana, mas muito pelo contrário, a inteligência artificial é uma ferramenta essencial para o ser humano que realmente vai tomar as decisões e escolher os caminhos certos.

Para o advogado, a tecnologia vai impulsionar um novo tipo de atuação, principalmente com relação à economia de tempo, assim ele poderá se dedicar mais as questões fundamentais da advocacia, como o atendimento ao cliente, a definição de estratégias e um marketing jurídico. Os consumidores estão cansados de contratar um serviço operacional, hoje eles necessitam da exceção, ou seja, de uma estratégia, e é nessa exceção que a inteligência tática entra.

O comportamento do advogado está cada vez mais dinâmico, mas a lei, e o direito em si não conseguem acompanhar essa visão, por isso, para que essa inteligência tática seja exercida, o advogado do futuro precisa criar um novo modelo de trabalho, com inovações e tecnologias, desenvolvendo competências comportamentais para caminhar lado a lado da evolução.

A tecnologia, a inovação é uma realidade que não pode ser vista como uma perda de espaço, mas sim como uma valorização do advogado, pois ela veio para ficar, cada vez mais vai se transformar, e o papel do advogado é se adaptar a esse novo cenário e surfar os novos desafios que vão surgir.

O departamento jurídico é uma das áreas mais importantes das grandes empresas, por isso, precisamos hoje, de fato, não são de advogados que pensem e consigam escrever um contrato, ou decorar toda legislação, isso o computador faz e vai fazer cada vez melhor, o que precisamos é de um advogado que entenda de tecnologia, que saiba operar as máquinas, mas principalmente fazer o que ela não pode fazer, que é compreender o ser humano.

A qualidade da comunicação é mais importante do que os próprios resultados jurídicos pretendidos pelo trabalho do advogado. Construir uma relação de amizade e confiança com quem paga seus honorários é elemento chave para o sucesso. Quem busca ser reconhecido pelo seu diferencial competitivo na advocacia, precisa sair do tradicional e andar de braços dados com a tecnologia.

Evelyn de Souza Mafioletti, Bacharel em Direito, colaboradora do escritório Giovani Duarte Oliveira Advogados Associados.

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