CPMF – a sentença do Governo Federal

Giovani Duarte Oliveira | 22 de outubro de 2015

Um país que tenta fortalecer o governo está no caminho contrário de seu sucesso econômico e político. O povo é que precisa ser forte economicamente! Atualmente o que vemos é um rombo nas contas públicas, o que demonstra total desequilíbrio na gestão federal. E o povo enfraquecido, cada vez mais depende de um governo assistencialista, bolsista! O governo do Brasil tenta achar meios de sanar débitos insanos, ou seja, realizados sem qualquer planejamento. A título de exemplo, veja quanto tempo e energia se gasta, em uma lei criada para obrigar os veículos a utilizarem extintores tipo “ABC” e agora, na véspera de passar a ser exigido, simplesmente, se diz que não será mais necessário! E as empresas fabricantes, comerciantes, consumidores, que investiram na fabricação e estoque para atender demanda, e pessoas que já compraram o novo produto para atender a legislação? Como ficam? Quem arcará com esse prejuízo? O governo planeja sim, mas o faz muito mal, e ao planejar mal seus gastos, agora tenta criar mais uma conta para a sociedade pagar, para dar conta de seus desmandos. Já fora provado outrora que o IPMF e a CPMF jamais tiveram repercussão na área da saúde. Veja a manchete no site www12.senado.leg.br: “Mozarildo diz que CPMF não melhorou a saúde brasileira”. Fazendo uma simples e pequena comparação, com nossa própria casa, qual a prioridade? Saúde, educação! Em nosso país, os governantes contratam médicos do exterior, pagando percentuais de seus salários para outro governo! Nossa educação é sofrida, com a alta desvalorização dos professores, que são os responsáveis pelo desenvolvimento das pessoas! O governo enfraquece cada vez mais o povo, desarma o povo com medo de revolução, não dá segurança e cada vez mais se gasta para se ter saúde, educação e segurança privada, enquanto que o ministro diz que o povo pode pagar “mais um pouquinho” de imposto? Quem dá conta de suas contas? O responsável por fazê-las! Então, para tentar minimamente contribuir com o governo, a saída, para a arrecadação é diminuir impostos para circular mercadorias e serviços, como foi feito com a redução do IPI que estimulou vendas de automóveis, e com isso incremento na economia e não voltar a CPMF que retirará mais recursos de circulação. A sentença do impeachment está assinada com a sugestão da CPMF. Mas além deste, outro novo também será necessário, para o vice, que se tornará presidente!

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